Este post estava pronto para ser publicado na época que fechei a casinha. Tenho mais um ou dois posts que estão semi-prontos. Assim, enquanto não vem a inspiração para escrever bobagens eu vou publicando esses textos e imagens que ficaram meses guardados.
Voltando a falar de música por aqui, hoje vou divagar sobre uma mudança de gosto que tive ao longo dos anos. Já comentei em algum lugar por aqui que fui um ferrenho rockeiro, e como tal não escutava praticamente nada fora do estilo, abria breve licenças para jazz, blues, ska, erudita mas não me aprofundava nestes gêneros. Um pouco depois de parar de só amar o velho, e começar a prestar atenção no que se produz hoje musicalmente, comecei a também apreciar um gênero que odiava quando era um típico aborrecente rabugento: musica eletrônica. Na década de 90 não suportava de forma alguma esse estilo, muito por culpa dos malditos poperôs da vida que martelavam nas nossas cabeças naqueles anos. Porém, conforme fui aprendendo a apreciar essas bandas novas, quase todas independentes, notei que muitas delas tinham uma deliciosa batida eletrônica. Assim descobri que era possível ter melodias gostosas geradas praticamente só com bytes. Na verdade em muitas bandas é difícil colocar rótulos, os Klakons são eletrônicos ou uma banda de rock? E os Scissor Sisters que já citei por aqui? Se eu for garimpar nos quase 30 gigas de músicas que estão estocadas no meu HD, alongaria de forma estafante essa lista de bandas que ficam no meio do caminho.
E foi por essas bandas que acostumei o meu ouvido e aprendi a apreciar caras como LCD Soundsystem, cujo álbum Sound of Thunder foi inclusive considerado o melhor disco do ano de 2007 pela Rolling Stone brazuca. Não vou ficar tentando vender a one man band do James Murphy, muitos de vocês já o devem conhecer, mas vou lhes apresentar um outro grupo que tem uma tocada similar: The Whip. Na verdade ambos já haviam sido citados no post que comentei acima (link escondido dentro do Scissor Sisters), mas essa segunda banda realmente merece um post a parte, não sei se eles já atingiram o sucesso que lhes é devido, mas tenho a impressão que não. Acredito que ainda sejam bem desconhecidos, o que é uma pena.
No quesito letras, como já comentei que passo um tanto quanto batido por elas, não notei nada demais, na verdade, pelo pouco que me lembro são até que fracas. O que pega neles é a sonoridade mesmo, bem no estilo que na pior das hipóteses vai deixar o teu pé batendo junto ao ritmo e na melhor você estará pulando pela casa. Realmente indico dar uma conferida, o único disco deles no momento é o X Marks Destination, que já começa tocando fogo com Trash, que vocês podem conferir no fim deste post. E o ritmo se mantém forte ao longo das outras 9 músicas. Bato constantemente nesta tecla, mas esse é mais um daqueles discos que realmente valem a pena ser ouvidos por inteiro, acho que só uma música não chegou a me conquistar neste álbum, Muzzle #1.
The Whip- Thash
PS. e não é que vendo o clip da banda descobri que a baterista é mulher? E gatinha? Mais um motivo para gostar deles
bem vindos de volta!
e as sugestões musicais foram muito bem vindas também.
Bjs e abçs
Obrigado L., outro abraço n’ocê e beijo para Su. Legal ter gostado da sugestão, no momento, para treinar o francês estou ouvindo várias bandas e músicos na língua do Asterix. Um dia escrevo sobre eles.
Ah nem li o post, tava espiando pela net e vi um coment seu antigo, deu saudade, cliquei só pra ver ser abria, e não é que abriu ! Obaaa, saudade menino, saudadona mesmo.
Vou ler mais, saber das novas, por enquanto que todos estejam bem e muitooos beijos, pra vc e a Daminha. que legal
Você ainda me deve um café, eim moça? Por enquanto não tem muitas novidades, mas estamos planejando algumas coisinhas. Je t’ambrasse.
EBAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
amo vocês dois. sem mais. sem menos. só assim. simples. amo.
Oi Amadinha, a coceirinha de voltar foi mais forte rsrsrs também amo ocê, sua louquinha.