Este sarnento está achando que sabe escrever e assim tentou criar este conto. Sejam bonzinhos comigo heim, estou perdendo o meu cabaço de escrever ficção. Este conto foi inspirado pelo ensaio da bela Carmen cujas fotos embelezam este post.
Era o primeiro dia dela, e por acaso eu podia ficar trabalhando em casa. Assim aproveitaria para guiá-la na limpeza da casa. Não havia ainda a conhecido, a esposa a havia contratado. E qual não a minha surpresa ao ver uma morena mingon do lado de fora da porta depois de atender a campainha. Tive que controlar a população nos países baixos não ultrapassarem a fronteira da minha bermuda.

Educadamente ela entra e se troca para aquela típica roupa de empregada européia. O que é claro insita uma outra tentativa de invasão lá em baixo. Conto até dez e volto a trabalhar, ou melhor tentar. Assistir aquela mulher se esticando e se abaixando era absurdamente mais interessante do que debugar um programa. Acho que ela notou e até que começava a me provocar. Sua blusa, vira e mexe caía um pouco, mostrando o início dos seus seios e partes do seu sutiã. E aparentemente ela estava demorando mais para colocar de volta a blusa no lugar, ou então eu estava vendo tudo em slow montion. E quando a garota se abaixava, meu Deus do céu, seu barbudinho sacana. Vislumbrar aquela dobrinha da bunda dela se tornava um exercício de auto-controle. Me pegava segurando a cadeira para não pular e me encaixar naquela bela moreninha.
E então ela veio limpar a minha mesa, pediu licença, como era educada, e começou a ajeitar a minha bagunça. Puxei a minha cadeira mais para trás e já estava quase a puxando para o meu colo quando ela se virou e esbarrou em mim. O meu copo de suco voou e seu conteúdo se esparramou todo em mim. Mais do que rapidamente, ela enquanto se desculpava, e antes que pudesse a impedir começou a tentar limpar a minha bermuda. Mas ela encontrou uma região mais acidentada e dura do que pensava. E que após o toque da sua mão começava também a pulsar.

Me olhando com uma cara de foi sem querer querendo ela, em um rápido movimento, me diz que vai ter que lavar e que tenho que tirar a bermuda. Sendo que a bermuda já havia sido puxada por ela. Junto com a cueca que não servia a um bom tempo de guarita para o meu garotão. Ela olha para ele e com uma voz de moleca safada me diz que ele também tem que ser limpo e, rápido, para não manchar. Que sabe uma ótima técnica para tirar estas manchas e começa a me lamber. Jogando a cabeça para trás, inebriado, vejo a minha mulher se tocando enquanto assistia a cena. Ao me ver, ela sinaliza para continuar e se junta a nossa nova empregada nas lambidas e chupadas.
A sacana havia convencido uma amiga a realizar uma antiga fantasia nossa sem me contar e me enganado perfeitamente. As duas me puxam, uma em cada braço para o quarto.

PARABÉNS…
Para um sarnento com ‘cabaço’ vc foi ótimo.
Q venham os próximos.
beijos
Rapidinho e gostoso… risos…
ei, bob-bob, teu cabaço foi tirado em alto estilo: adorei! bjs