Este é mais um dos meus post nerds, então os não nerds tenham paciência comigo. A minha tranqueirinha vive me dizendo para não exagerar neste tipo de post, pois eles espantam a audiência, mas não dá para evitar o que eu sou, um nerd, erhh um horny nerd. Este post é a introdução de um post futuro sobre o Senhor do Anéis.
Como apontei aqui, o meu primeiro contato com o RPG foi em um jogo do Master System, Phantasy Star. Foi o primeiro RPG lançado para o Master System, foi um dos poucos jogos que tinham todos os diálogos traduzidos. Outra inovação do Phantasy: foi o primeiro a trazer um sistema de memória intregado ao cartucho. Depois desse jogo, meu radar ficava caçando outras referências ao RPG. Descobri em uma revista de games que essa sigla vinha de um jogo onde as pessoas se reuniam em volta de uma mesa e interpretavam papéis de heróis dentro de uma aventura que um deles estava contando.
Demorei alguns anos até conseguir ter o meu primeiro contato com o RPG de mesa. Ele ocorreu em um pequeno encontro de RPG que ocorreu no SESC Consolação, quando eu tinha mais ou menos 13 anos. No fim daquele ano convenci a minha mãe a me dar alguns livros de RPG (convenci também o meu irmão mais novo a pedir mais alguns livros). Naquele natal comprei o Vampiro, A Máscara, GURPS, Modulo Básico e GURPS Cyberpunk. Esses dois últimos livros comprei devido à influência de um dos dois mestres que conheci no SESC, o outro era horrível. Meu pequeno grupo consistia em somente o meu irmão mais novo.
No meio do ano, enquanto estava trabalhando (fazendo pesquisas), percebi que estava ocorrendo um evento no vão do Ibirapuera. Descobri que era o Encontro Internacional de RPG, só não me lembro se era o segundo ou o terceiro. Voltei no dia seguinte, joguei (como só Murphy explica cai na mesa do mesmo mestre ruim que tinha conhecido no SESC) e finalmente achei o local onde poderia levar meu hobby para frente. A Devir, que organiza os encontros, disponibilizava a garagem da casa onde ficava para as pessoas jogarem. Essa casa ficava a uma quadra do parque da Aclimação. Depois de mais alguns meses, descobri como chegar lá e só parei de passar todas as tardes dos meus sábados naquela garagem na época do vestibular. Na Devir, jogava muito os jogos da linha Storyteller, GURPS, Cthulhu, wargames e outros jogos menos conhecidos. Na faculdade, um dos meus colegas era um dos meus amigos da Devir, e continuei jogando jogos de temáticas adultas.
Só quando estava quase me formando, cansei de interpretar papéis pesados, cheios de dúvidas e conflitos internos e decidi jogar o jogo mais comum e famoso, o velho e bom D&D. O que é o inverso de quase todo RPGista, já que a maioria começa no D&D. Entrei no grupo de D&D 1º edição de um amigo meu. Montei um grupo de 3º edição aqui em casa e desde então estou matando e pilhando. Ultimamente, ando com saudade do Storyteller e devo começar uma campanha de Word of Darkness logo, logo.




Oies,
Achei o seu post bastante interessante uma vez que rememorei a primeira vez que entrei em contato com o RPG de mesa, isso em 1992… É, eu sou da segunda geração de jogadores de RPG, aquela que jogou o D&D 1 que vinha numa caixa, primeiro a versão lançada em Portugal e depois a versão lançada pela Grow por aqui… Bons tempos. Aí desde aquele ano eu sou mestre e só mestre de RPG, não sou mto fã de jogar, rs.
Passei por uma série de sistemas e tudo mais, mas nunca abandonei o D&D, como todos, hoje tô na edição 3.5, embora eu sinta muita falta mesmo do AD&D: era mais complicado, mas naquela época o RPG não era esse artigo popularizado que ficou hoje (ah sim, como vc, naquela época éramos sim considerados nerds, rs… hoje acho que existem novas variáveis…). Mas acredite se quiser, quando cansei de jogar o matar-pilhar-destruir ou as temáticas mais comuns, mudei pro AD&D’s Planescape, sabe? Primeiro consegui o Planescape em PDF, depois, com toda a sorte do mundo, achei uma caixa – usada – pra vender no Mercado Livre e pronto, amor à primeira vista! Conheceu o suplemento?
Abcs,
Victor Hugo
Nossa, agora que vi sobre o mote de Star Trek aí do lado! Pois bem, sou colunista do JornadaBBS.Com, conhece?
Bob, não sei quantos anos você tem, mas provavelmente já nos esbarramos nos encontros de RPG da vida! Joguei muito Vampiro, Mage, Changelling e outros… mas GURPS e D&D não encarei!
Que mundinho mínimo, né?
[...] Wars, Indiana Jones. Já comentei que sou RPGista e a ser não por uma pequena inserção neste post, Senhor do Anéis, uma das maiores influências geeks de todos os tempos (até o Led Zepellin era [...]
[...] arquivos de blogs, quadrinhos, etc que começo a ler sempre que possível), me identifiquei com o modo nerd de ser do rapaz, gostei da escrita do cara, e ele entrou pros meus feeds. Ainda nos arquivos, [...]
[...] história está sendo muito prazeroso. A tirinha começou com uma tiração de sarro do sistema de RPG D&D, o que eu andava jogando mais na época que a descobri. O autor tirava sarro das mudaças [...]
[...] finalmente voltei a mestrar RPG, a aventura de Call of Cthulhu terminou depois da meia noite com um bom saldo, um personagem morto, [...]