comi um cuzinho.
Plagiando descaradamente a B, vou contar um caso similar só que agora através de um olhar masculino.
Entre as várias fantasias recorrentes masculinas, o sexo anal é uma das principais. E não era diferente comigo, morria de vontade de experimentar como era comer um cuzinho. Tudo que sabia sobre o assunto vinha da principal fonte de informação sexual dos iniciantes masculinos na arte do sexo, filmes pornôs, ou seja, não muito. Já havia sugerido para a minha namorada de tentarmos, ela rejeitava a idéia e eu aceitava. Depois de algum tempo, dias, semanas ou meses depois, voltava ao assunto para receber outra porta na cara. Mas tudo bem, sou paciente, e acredito no ditado popular “água mole em pedra, dura, tanto bate até que fura” e não desistia.
A primeira vez que ocorreu foi meio que sem querer querendo. Foi na casa da praia, a mesma deste post. Só não lembro se foi na mesma viagem, mas foi mais ou menos na mesma época. Era uma tarde ensolarada de carnaval, naquele horário que os médicos recomendam evitar tomar sol, assim normalmente ficávamos na casa fornicando. Estávamos deitados descansando da nossa última transa. Por alguma razão estávamos deitados em posições invertidas, na diagonal da cama, a cabeça dela nos pés da cama a minha na cabeceira. Nossas pernas se cruzando como tesouras. Meu pau, meio mole, apontando para baixo, estava perto da buceta dela.
Ela levantou o quadril e começou a esfregar o cuzinho no meu pau, que começou a endurecer lentamente, mas ainda estava mole o suficiente para apontar para baixo. Eu estranhei e olhei com aquele olhar de “sério? oba!”. Ela continuou a se esfregar até que a cabecinha rolou para dentro. Meu pau já estava ficando tão rígido que tive que levantar um pouco o corpo de modo a conseguir o manter apontado na direção dela. Ela sozinha foi fazendo entrar um pouco mais, começando a se movimentar naquela cadência gostosa que todos nós conhecemos. Evitava me movimentar pois sabia que sexo anal pode ser doloroso para as mulheres, que devemos tomar cuidado, e principalmente, já tava bom demais daquela forma e não queria estragar nada. Eu me restringi a massageá-la e logo em seguida a masturbá-la.
Após alguns momentos, estava ficando difícil manter aquela posição e resolvemos mudar. Já havia visto em algum destes programas noturnos sobre sexo que a posição de conchinha era uma que minimizava a dor feminina para o sexo anal. E nos colocamos nesta posição. Passei um pouco de K-Y no meu pau e no cú dela e comecei a penetrar lentamente, só avançando quando ela dizia que podia. Foi um processo lento até terminar de pôr todo o meu pau dentro dela e começar a fudê-la. Conforme me movia, ela ia se masturbando, até que gozei.
Depois desta vez, algumas outras poucas oportunidades vieram, elas ainda são raras e infreqüentes. Para dizer a verdade, tirando a tara por comer um cuzinho e todos os efeitos psicológicos associados, não percebo tanta diferença, pelo menos para mim a diferença maior é a psicológica mesmo. Ultimamente, minha mulher tem a fantasia de ser fudida por trás, e especialmente no cu, e de ser fudida por mais de um homem, ou de ter vários homens a desejando ao mesmo tempo. Isso fez com que eu tivesse mais chances de comer o cu dela ou de pelo menos massageá-lo e penetrar com os meus dedos mesmo. Nesta nova fase, não tenho do que reclamar
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[...] partir do ponto de vista masculino. Ah, e por falar em ponto de vista masculino, é bom ler também a primeira vez que ele comeu um cu, tá bem legal [...]
Ah, podia ser assim pra todo mundo né…
Tudo bem, a minha não foi traumática, mas esperava q pudesse ser mais “romântico”…
kkkkk tem como ser romântico o sexo anal???
Beijos
Olá Bob!
Já que estraguei mais a nossa reputação com a mulherada – aquela de cafajestes que os anjos nós invejam – com base num post seu resumido no blog da maravilhosa B., vou pelo menos vir contribuir um pouco aqui e acertar no estrago no teu blog também… risos.
Na verdade, o grande problema é a dor inicial. Passada a fáse de “inserção”, com delicadeza, o cú já se encontra mais relaxado e na verdade acho que o KY não é necessário… A maior dificuldade é quando a moça não tem tanta vontade assim, porque ela acaba contraindo os músculos e apertando o orifício; lógico que assim doi mais. Quem nunca fez pode rir, mas recomendo ela fazer como se fosse defecar – não sei como dizer isso em português, lembro que não é minha língua – o que estica o orifício e permite passar algo mesmo de tamanho respeitável, que seja pênis ou outro…
Após essa dificuldade primeira, a sensação é incomparável… Estou doido para provar com um pau de verdade, só ainda não sei como vou compatibilizar isso com minha aversão por homens
Visto de nosso ponto de vista masculino, devo dizer que a sensação de aperto é maior, mas a mulher dificilmente deve conseguir fazer trabalhar os músculos anais como ela faz com os vaginais, o que afinal traz mais um prazer por fricção (o mesmo da masturbação) que por compressão (aquele gostoso bem quentinho nela)…
Bom… Isso dito, quem não provou não sabe o que perde, palavra de homem (recebendo)…
Abraços,
Matt.
Vim indicada pela B. Gostei de ler sua experiência, eu não tive um parceiro tão cuidadoso, geralmente os homens pensam que os orifícios são iguais, eu heim!! hehehehehe!!
Beijos!!
Olá J@de, que tal uma nova experiencia com bastante carinho e cuidado.
[...] tenho boas memórias de alguns carnavais. Um desses carnavais, nem lembro se foi o mesmo, contei aqui e aqui, alguns dos hits deste cantinho. E agradeço publicamente a B, do A Vida Secreta, já que ao [...]
Vamos entrar também nesta comunidade. Na verdade meu blog fala de minhas experiências como mulher, mas apreciei seu lado macho de descrever a coisa. O meu orgasmo anal é incomesurávelmente maior que os outros. Talvez, isto você não saiba.
[...] apimentar um pouquinho a nossa vida. Duas dessas viagens já até foram contadas aqui: a 1ª vez que … e dormir de conchinha. Ambos são uns dos mais acessados aqui, ou seja essa casa já faz sucesso [...]
[...] Assim só fui conseguir ter essa experiência muito tempo depois, experiência esta que é o hit nª 1 desta [...]
nossa… vou experimentar esta…
eu particularmente gosto de dar o cuzinho!!!!
e quem nao gosta? rss eu adoro tb rss
Nossa, me chama pra participar dessas cenas… fiz filme porno mais eu tinha so 18 anos… brincar com essas vagabundas com o meu juninho de 18 cm.
Ai keria ke fosse eu no lugar dela
Olha sei que é bom demais sexo anal… eu gosto muiiito!
olha sempre tive muito tabu sobre o sexo anal,meu marido acha sujo e ñ tentou nenhuma experiencia,ha dois dias acabei me envolvendo com um gatinho de 28 anos q mora ao lado de casa,defino assim pois tenho 35,porem ninguem diz,adorei ele tambem,gst de trocar mais experiencias,descobrir novas formas e prazeres
Luiza, que delícia que deve ter sido.
Tenho 38 anos. Ainda estou tentando comer o cuzinho de minha esposa mas ela, apesar de demonstrar que quer dar, diz sentir dor. Não sei se é dor ou se na verdade não quer dar.
Bom paciência.
Não gostaria que acontecesse o mesmo com você, ou seja, sentir prazer com outra pessoa.
Adorei sua atitude. Temos que ser felizes.
Bjsssss.
Sou suspeito para falar, mas realmente um cuzinho é TUDO DE BOM, ainda mais quando o sexo anal é feito com quem amamos… Admiro a tua paciência em esperar tanto tempo por essa experiência unica e maravilhosa.
Paciência é um dos meus fortes, sou quase um monge budista neste quesito rsrsrsrs
Sou tarado pelo cuzinho da minha amada foi dificil mais hoje ela adora quando meto no rabinho dela mais com muito cuidado sempre dando uma boa linguada e muita caricia ela fica louca.
Adoro um cú… mas nunk meti minha lingua em uma, gostaria mesmo de saber se é gostoso…
eu sou louca para fazer sexo anal …
Tenho certeza que a chance vai aparecer uma hora