Feed on
Artigos
Comentários

Abra a boca e diga Ahhhh

Continuando com as descrição das minhas fantasias sexuais. Esta novamente foi inspirada numa das Playboys que tive na minha adolescência, a de março de 1993. Tinha um ensaio de uma bela médica chamada Sandra Galeão. Não consegui achar fotos dela por aí.

Chego para uma consulta e me assusto com a beleza dela.

-Pode tirar a roupa.

Me retraio constrangido para próximo da parede.

-Está com vergonha? Tudo bem, vamos fazer o seguinte, para cada peça que você tirar eu também tiro uma. Assim você pode ficar mais relaxado (o legal de fantasias é que elas não precisam fazer sentido, hehe).

E nós nos despimos completamente. E ela logo vê qual era o problema que tinha me levado lá. Meu pau estava duro e não havia nada no mundo que o amolecesse.

-Vou fazer alguns testes.

E de pé mesmo ela começou a me examinar. Ela me chupava enquanto pedia para soprar fortemente o meu braço. Me masturbava até eu gozar e examinava os meus fluidos. E me deitou na maca. Sentou no meu pau e com o estetoscópio ia medindo os meus batimentos enquanto me cavalgava. E por fim, para finalizar o diagnóstico ela começou a me chupar vigorosamente, com a sua bela bucetinha e cú na minha cara. E não me agüentando caí de boca neles. Depois de gozar vem o diagnóstico.

-O seu problema é um simples caso de muito tesão acumulado. O senhor tem que descarregar todo este tesão para o seu pênis poder voltar ao normal. Para isso vamos interná-lo imediatamente.

E aí começava uma segunda e curta fantasia:

Olá enfermeira!!!

Eu era levado a um quarto privativo. Onde uma pequena junta de enfermeiras cuidaria do meu caso. A missão delas era me fazer gozar sem parar de todas as formas possíveis. Costumava imaginar 3 ou mais enfermeiras tesudas me tratando, fazendo todas as posições que conseguisse imaginar. De vez em quando uma ou duas médicas vinham ver como estava indo o progresso do meu tratamento e ajudavam a aplicar mais doses do remédio.

Um claro exemplo deste tratamento pode ser encontrado no vídeo a seguir:

Clique na foto para iniciar o vídeo.

Eu vos declaro …

Dama & Vagabundo…

Errr … quer dizer … marido e mulher :P

Hoje eu e Daminha acabamos de formalizar o nosso casamento. Formalizar pois já faziam 4 anos que morávamos juntos e já considerava ela como minha esposa.

Para comemorar fiquem com este vídeo:

E a letra:

HER: They say we’re young and we don’t know
We won’t find out until we grow
HIM: Well I don’t know if all that’s true
‘Cause you got me, and baby I got you

HIM: Babe
BOTH: I got you babe
I got you babe

HER: They say our love won’t pay the rent
Before it’s earned, our money’s all been spent
HIM: I guess that’s so, we don’t have a pot
But at least I’m sure of all the things we got

HIM: Babe
BOTH: I got you babe
I got you babe

HIM: I got flowers in the spring
I got you to wear my ring
HER: And when I’m sad, you’re a clown
And if I get scared, you’re always around

HER: Don’t let them say your hair’s too long
‘Cause I don’t care, with you I can’t go wrong
HIM: Then put your little hand in mine
There ain’t no hill or mountain we can’t climb

HIM: Babe
BOTH: I got you babe
I got you babe

HIM: I got you to hold my hand
HER: I got you to understand
HIM: I got you to walk with me
HER: I got you to talk with me
I got you to kiss goodnight
I got you to hold me tight
I got you, I won’t let go
I got you to love me so

BOTH: I got you babe
I got you babe
I got you babe
I got you babe
I got you babe

10.000 hóspedes

Tudo bem que não chega aos 70.000 intrometidos (sou um deles) que querem saber d’As Vidas Secretas desnudadas pela B. em apenas 4 meses (agora já deve ser muito mais), ou os 1.000.000 de tarados (no bom sentido, também sou um deles) que procuraram o PD em pouco mais de 1 ano e nem os 100.000 de Cu-riosos que acompanham os causos da K. nos 9 meses da vida do Incompletudes. Mas esta casinha acaba de receber 10.000 hóspedes em 4 meses e estamos muito felizes pelas visitas, eu e a Dama. Voltem mais vezes e sintam-se em casa, estamos de portas abertas.

Primata Bipolar

Terminei de ler a pouco o livro Eu, primata, de Frans de Waal, autor que também ficou famoso pelo estudo sobre a economia e o conceito de salário justo entre macacos. Descobri este livro através da Scientific American Brasil , edição 66 , na seção de recomendações de livros. Mostrei a resenha do livro para a Daminha, ela se apaixonou e o compramos rapidamente.

O livro trata de um estudo comparativo entre evoluções de mecanismos sociais, culturais, emocionais, sexuais e políticos entre os humanos e os outros primatas não humanos, gorilas, babuínos, chimpanzés e bonobos. O livro compara em especial nós, humanos, com este dois últimos, já que são os mais próximos de nós na evolução. Os bonobos foram classificados somente em 1929, até então eram considerados como sendo chimpanzés. Ambos possuem inúmeras características comportamentais que nós também possuímos e, estudando-os, o autor procura entender por que evoluímos para possuí-las.

Os chimpanzés são mais guerreiros, briguentos, fazem política o tempo todo. Chegam a guerrear, são uma sociedade patriarcal que podem ter momentos bem violentos. Para se manter no topo, os líderes têm que buscar constantemente alianças. São muito hierárquicos, onde o posto de macho dominante é trocado a cada período (se não me engano a cada 5 anos) e o de fêmea dura até a morte da matriarca.

Já os bonobos são matriarcais. Muito mais pacíficos, dificilmente ocorrem explosões violentas, são absurdamente (para olhos mais conservadores) sexuais. Praticam atos com teor sexual a cada hora e meia, mas muitas vezes são atos mais singelos, esfregar as genitais uns nos outros, por exemplo. Não existe barreira de sexo, fazem sexo entre as fêmeas, fêmeas com macho e machos com machos (não foi observado coito anal). Sendo mais ou menos nesta ordem a preponderância das relações. Também a idade não é muito relevante, não muito, pois como a sociedade é matriarcal, as fêmeas mais velhas possuem maiores graus hierárquicos e assim são mais procuradas.

Uma frase recorrente ao longo do livro é que os chimpanzés lidam com questões de sexo através do poder e os bonobos lidam com questões de poder com sexo.

Ambos possuem complexos sistemas de trocas, políticas com vizinho, visão em relação aos outros, tanto estes outros, sendo da mesma espécie ou de espécies diferentes. Possuem consciência e empatia. E assim vai. O grau de similaridade entre o modo que eles pensam e agem mimetiza absurdamente os nossos. Cada uma das espécies representando melhor algumas das nossas facetas. Passei o livro inteiro aprendendo melhor o porquê de agimos de algumas formas. Indico fortemente a leitura a todos que têm curiosidade sobre estes temas. Será uma ótima e deliciosa leitura. Você saberá mais sobre nós mesmo através dos olhos destes nossos primos não tão distantes.

Editado: Esqueci de comentar que este livro me fez achar que escolhi a ciência errada.

PS. Não estou censurando o post com homens pelados da Daminha. A Safada é preguiçosa e desencanou de peneirar fotos bonitas. Congelou a idéia deste post no momento. Como sempre achei que homem é um bicho muito feio, concordo com ela que vai ser dificil achar estas fotos ;P

Nos últimos dias a visita da casinha vinha aumentando sensivelmente. Não conseguíamos entender por que. Isso normalmente ocorria quando éramos citados por outros blogs mais movimentados. Mas até onde sabíamos ninguém tinha nos linkado recentemente. E esse aumento de visitas estava sendo contínuo, ou seja, o número de visitas se manteve alto por vários dias. Esse aumento era de uma ordem de 2 a 3 vezes maior que o normal. Notei que o post A beira da piscina era o que estava atraindo tanta gente. Fiquei intrigado do porque de tantas pessoas estarem procurando este post em especial. Olhando os termos que estavam trazendo visitantes, percebi que muitos buscavam uma tal de Andie Valentino e a palavra bucetinha.

A última palavra, inclusive, desbancou o termo que mais constantemente trazia o povo até aqui: decote. Usando a ferramenta de search do próprio blog, descobri que buscavam esta foto. Não fazia a mínima idéia de quem fosse a Andie Valentino. Buscando nos Google da vida descobri que é uma atriz pornô e modelo da Penthouse. E que se procurar no Google images estas palavras, esta casinha aparece na primeira página por causa daquela foto. Ou seja, estão procurando a bucetinha da Andie.

Espero que vocês que estão me achando por causa da Andie fiquem um pouco mais e apreciem também os outros cômodos desta casa. E como presente para vocês, selecionei mais algumas fotos da Andie, tiradas da Penthouse . Esbaldem-se!

Clique na última foto para ver um vídeo dela.

Contatos imediatos

Dos 13 aos 19 anos fui um senhor bêbado. Tomei vários porres homéricos (de Homer Simpson mesmo). Quatro destes ficaram marcados, o 1º da minha vida, que ocorreu no mesmo dia que comecei a beber, e as três vezes que o porre foi tão grande que não consegui beber por vários dias/semanas/meses depois. Hoje vou recontar um destes e prometo voltar aos outros também em algum momento. Ahh, por causa destes meus hábitos naquela época, minha memória foi bem danificada e assim não tenho certeza de alguns pequenos detalhes, tais como quantos anos tinha quando ocorreram tais causos.

Era mais um fim de semana que íamos passar a madrugada enchendo a lata na velha e boa Vila Madalena. Já começamos bem e logo que paramos no posto, pegamos uma caixa de latinhas de cerveja. As dozes latas se secaram antes de chegarmos ao bar. Um que tinha sido aberto recentemente e tocava reggae, gênero de música que não curto mas que aturava para paquerar as moçoilas. Logo que chegamos, fomos ao balcão do bar pedir alguma coisa para beber. Meu irmão (o mais velho e para quem já estou devendo um post) pediu um pinga, mas da boa, bem enfatizou meu tutor nesta nobre arte do halterocopismo.

O garçom nos mediu e já notando que estávamos devidamente calibrados para agüentar o que via seguir, buscou uma garrafa em especial. Ela não tinha rótulo, era uma garrafa reutilizada de 21. A cor do néctar era de um amarelo pálido e, por fim, dentro da garrafa se escondia algo levemente não usual. Uma carcaça curtida de uma cobra. Com algumas das escamas flutuando junto ao líquido. O garçom então pegou um copo plástico de 300 ml e encheu até a borda.

Educado como sempre, o meu irmão ofereceu o primeiro gole para mim. E não me fiz de rogado e tomei um senhor gole. Engolindo de um supetão só este inusitado licor. O efeito, mesmo que naquele momento não me tenha sido claro, foi instantâneo. Cambaleei até a muro frontal do bar e lá sentei. Comecei a admirar o belo céu estrelado. E em especial uma piscante estrela que chamava a minha atenção. A bela parecia flertar comigo. E cintilava belamente. Depois de alguns momentos, ela começou a vir em minha direção. Provavelmente, percebendo o meu interesse por ela. E foi se aproximando, se aproximando. Fugindo da abóbada celeste e vindo ao meu encontro. Quando estava prestes a me encontrar, tudo se apagou.

Acordei no carro, passando mal, é claro. Foi um sacrifício subir até o meu apartamento. Meu irmão teve que me ajudar várias vezes para me guiar até o banheiro. Fiquei com dor de cabeça ao longo d’outro dia inteiro. Descobri que mesmo que se a minha mente estivesse apagada, minhas entranhas não faziam questão de permanecer dentro de mim, como depois o meu irmão relatou. Fiquei semanas sem poder sentir o cheiro de álcool. E nunca mais vi aquela estrela.

Thank you

Era o primeiro grande congresso de que fazia parte. Uma semana em um hotel com praia privativa entre Angra dos Reis e Parati. Ainda estava no início do meu mestrado e não entendia quase nada da minha área de pesquisa. Assim assistir 8 horas por dia de seminários em inglês, muitas vezes pessimamente falado, era um martírio, já que além de não entender o assunto, não entendia o que eles falavam.

Lá pela quinta-feira, o grupo de professores que orientavam o nosso grupo usou o almoço para verificar se estávamos aproveitando o congresso. Éramos quase uma dúzia e nenhum de nós estávamos entendendo neca de pitibiribas. Tirando um colega nosso que fingia que estava entendendo, mas que só dormia ou fazia as listas da matéria que ele era monitor durando aquelas longas horas.

Ao longo do almoço, expliquei que sentia que nós, alunos da pós, estávamos lá só para fazer número. Para bater palmas toda vez que alguém dissesse thank you, ato que denotava o fim de uma dada palestra. Comentei que uma hora alguém ia dizer thank you por algum outro motivo e que o povo ia bater palma mesmo assim.

Deve ter baixado um espírito em mim, pois adivinha o que ocorre no primeiro seminário depois do almoço? Estávamos nos nossos lugares de costume, o fundão do auditório. Só algumas pessoas atrás do nosso grupo, quase todas elas mexendo em seus laptops. A palestrante falando um monte de coisas das quais não entendia bulhufas, mas que até mantinha um nível maior de atenção da platéia científica devido ao seu par proeminente de air-bags, quando o seu pointer de laser falha. Uma pessoa na primeira fileira de cadeiras a empresta um outro pointer. E ela educadamente agradece com as palavras mágicas:

Thank you.

Foi só tais palavras saírem de sua boca que uma mar de mãos começam a se mover em um movimento fluido. Quase todos percebem a gafe que estavam prestes a fazer e param no meio do caminho. Mas alguns não percebem o erro que estavam prestes a cometer, incluindo várias pessoas que estavam atrás do nosso grupo, as mais desavisadas que estavam mais interessadas nos seus jogos de paciência.. Então, ouve-se o som de mãos se movendo umas contra as outras.

Clap Clap Clap

Tenho certeza que as primeiras palmas vieram dos que estavam atrás do nosso grupo. Meu orientador na época, a quem tinha acabado de prever tal evento, levanta a sua cabeça e nos procura com um olhar que dizia:

Foram vocês?

E este foi o meu único dia de médium.

Mil e uma utilidades

O Dark & Roasted Blend está se tornando um dos meus sites favoritos. Eles agrupam em um único post dezenas de fotos sobre coisas curiosas. Já linkei aqui um post deles que mostrava o que muita criatividade, tempo e $$$ podem fazer com simples bloquinhos de montar. E hoje mostro um link para um post que torna quase impossível manter o regime.

Será que cabe mais um?

Espero que esta cama seja que nem coração de mãe:

Esta última foto me diz que sim ;P

E depois que todos nos levantarmos da cama, podemos queimar as calorias por temos ficado deitados andando de bicicleta no parque. É logico, somente se o meu joelho deixar. Mas tenho certeza que neste caso ele aceita o sacrifício. Aiaiai, vou apanhar da Daminha por causa deste comentário, eu sei que vou:

PS. As fotos foram tiradas do Sexy Nudes Girls. Agradeço a Laila por ter me mostrado este site na sua barra de links :D os links para as outras fotos destas galerias são este e este.

Um vagabundo erudito

Este vira-lata que vos fala adquiriu um novo hobby. Agora, além de tombar latas, correr atrás da Daminha e de outras cadelinhas, jogar o seu querido RPG umas duas vezes por mês, ele também criou o hábito de visitar a Sala São Paulo no domingos de manhã. E olha que acordar cedo aos domingos realmente está sendo muito prazeroso. Uma das minhas coleguinhas do francês sugeriu d’a gente assistir a um dos concertos matinais que ocorrem com uma boa freqüência lá na Sala São Paulo e depois emendar com um almoço no Mercadão. E não é que a combinação é muito boa. Foi tanto a primeira vez que ouvi uma orquestra sinfônica, como a primeira que comi no mercadão. Repetimos a dose recentemente (desta vez para ouvir uma banda sinfônica). E com certeza vamos voltar muitas outras.

Até então meu contato com a música erudita se devia quase que totalmente ao Walt Disney e seus desenhos que geravam imagens a partir de sinfonias. Sendo o mais famoso e um dos meus favoritos o Fantasia. Outra curiosidade do Bob: é do Fantasia que tirei uma das minhas frases favoritas e que uso constantemente para mangar da Daminha: Tão graciosa como uma hipopótoma dançando balé em uma loja de cristal. Também sempre gostei muito de trilhas sonoras cinematográficas que incluem orquestrações, principalmente as do John Williams (devo falar mais sobre ele quando finalmente fizer a resenha do maior símbolo da minha nerdice, Star Wars).

Já há algum tempo tenho curiosidade de aprender mais sobre música. Devo até tentar aprender a tocar algum instrumento musical quando voltar da França. E a descoberta destes concertos veio na melhor hora. São baratos, custam de 2 a 3 reais. Os regentes costumam explicar brevemente as obras que serão tocadas e a Sala São Paulo é absurdamente linda. E tem uma das mais modernas acústicas do mundo.

Então é isso, aqui fica mais uma dica deste vagabundo, que está se tornando um tiquinho mais culto. Quem sabe a gente não se encontra no próximo concerto matinal?

Fiquem com uma apresentação gravada lá na Sala:

Postagens Antigas »