Feeds:
Posts
Comentários

On a retourné

Como ficou claro no post da daminha, nós já estamos de volta ao país. Chegamos já faz algum tempo, suficiente para rever quase todos os amigos, uma parte da família (a da daminha, a minha não mora em São Paulo) e começar a nos readaptar ao Brasil. E essa é a parte triste. Esse tempo lá fora, por menor que tenha sido, nos ajudou a por o Brasil em perspectiva, a ver muitas coisas a que nos acostumamos, mas que não deveríamos. Mal cheguei e indo para a universidade vi um assalto à mão armada no trânsito. Liguei a TV e vejo o Rio MAIS uma vez, e bota ênfase neste mais, sitiada pela violência. Denúncias de corrupção em todas as esferas possíveis que nos deixa até tontos. Uma moça sendo atacada e expulsa de uma universidade pelo que vestiu. E isso tudo em um curtíssimo espaço de tempo. Chega a ser cômico comparar noticiários daqui e da lá, os daqui são devotados a no mínimo 80% a noticias negativas, e todas muito pesadas, são acidentes sem fim, enchentes, atos de violência, denúncias, os problemas de lá são muito mais tranquilos. As notícias negativas são quase sempre as econômicas e internacionais. Tem algumas denúncias, mas não se comparam com as nossas, os acidentes são em uma quantidade muito menor, e a quantidade de notícias neutras ou positivas são muito maiores, como por exemplo as coberturas de eventos. E esses eventos são algo que devo voltar a comentar por aqui.

Me adaptei muito bem à França, conseguiria viver tranquilamente naquela cultura. Não são tão formais quantos os povos saxãos, mas não são exageradamente informais como nós brasileiros. Não me agrada esse nosso exagero, muita vezes acho que isso ajuda a gente a colocar debaixo do tapete muito dos nossos problemas. Eles são um pouco mais rígidos que os paulistanos, e isso foi perfeito para mim. Muitos dos preconceitos que sempre escutei, e tive em relação aos franceses, e parisienses, se mostraram falsos.  O mais incrível foi ver outros brasileiros batendo nestas teclas, em achar eles um povo arrogante e chato. Minha experiência foi ótima, fiz amigos muito rapidamente, meu orientador foi perfeito. E as rudezas que encontrei não foram nem piores, nem mais frequentes do que as que vivenciava em São Paulo.

Isso tudo não quer dizer que é um país perfeito, é claro, tem enormes problemas. Eles vendem uma saúde gratuita para o mundo que está longe de ser verdadeiramente gratuita, como eu descobri da pior forma. Tudo que sabemos sobre burocracia aprendemos com eles, e acreditem, eles guardaram alguns segredos. Até hoje estou sofrendo com a infame burocracia francesa. Eles estão tendo que lidar com uma forte massa imigrante, que resiste a aceitar a cultura do país. Não tivemos tempo para julgar de verdade se essa resistência é justificada ou não. Principalmente por esse assunto ser complicado, já que esses imigrantes foram muito marginalizados (e aparentemente ainda são).

De qualquer forma, se tivesse uma oportunidade de verdadeiramente me mudar de volta para lá, mudaria em definitivo. Isso exclui pós-docs que duram no máximo dois anos e depois tenho que voltar de novo. Mas definitivamente, eu me mudaria sem pestanejar. Do Brasil só quero os meus amigos, a minha família. Não tenho a gana de tentar ajudar a melhorar esse país. E está sendo difícil me dessensibilizar (nem sei se quero) a todos os nossos problemas. O que ficou dessa experiência é que aceitamos muitas coisas que jamais deveriam ser aceitas. Deixamos nossos problemas chegarem a um nível intolerável e aprendemos a viver dessa forma. E eu não estou conseguindo mais viver assim.

Como assim?

Post curto e cheio de indignação. Como assim a Uniban expulsou a aluna? Desde quando uma turba ensandecida gritando PUTA e ameaçando um estrupo coletivo é sinônimo de “reação coletiva de defesa do ambiente escolar”. São tantas coisas erradas. Tremi de raiva ao ler a nota acima, poucas vezes vi tanta insanidade em tão poucas palavras.

Está até difícil argumentar racionalmente sobre este assunto. Começa pelo pensamento medieval de que a mulher é uma posse, de que ela não tem direito e que não pode ser um ser sexualmente ativo, que o tesão delas não é delas e sim uma posse dos homens. Eu realmente esperava que já tínhamos passado disso, pelo menos aqui em São Paulo. Como um país que deseja ser a quinta economia do mundo, um país que deseja ser membro permanente do conselho de segurança, que deseja ser um dos autores principais do mundo e não mais um coadjuvante ainda atua dessa forma. E pior, dentro do seu centro  teoricamente mais evoluído, dentro de uma metrópole que deseja ser uma das metrópoles do mundo, que deseja dividir o mesmo espaço no imaginário do mundo com Paris, Londres, Nova York, Tokio, etc.

Ai vem a universidade e, ao invés de mostrar que ela deseja iluminar uma juventude, escolhe o caminho mais retrógrado que consegui imaginar. Ao invés de punir os criminosos machistas e os expulsar, expulsa a vítima. Já li, e acho que possa ter sido uma das razões, o fato de que, se a universidade (nem sei se eles merecem ser chamados assim) tivesse agido corretamente, perderia muitos clientes.

Estou pensando seriamente se teria como o presidente da UNIBAM ser punido civilmente por essa atitude? Até onde eu sei preconceito ainda é crime neste país, certo? E o MEC, eles não deveriam tomar uma atitude? Fazer uma sanção contra a UNIBAN, talvez até ameaçar de descredenciamento?

Bem, para finalizar deixo o vídeo abaixo que ilustrar perfeitamente o quanto esse caso é um absurdo:

E como disseram em uma twittada em algum lugar,para deixar as coisas mais leves: “Depois do episódio do vestidinho rosa, temo pela segurança física da Monica e da Magali”.

Via Amante das Imagens

A gente ficou se agarrando de novo numa das poltronas e aquele mesmo casalsinho do começo ficou secando a gente, muito, muito, muito. Falei pro Bob que por mim rolava com os dois e o Bob fez um sinal pra eles, que vieram rapidinho. Fomos os quatro para um lugar maior, com algumas pessoas em volta, porque o quarto la em baixo já estava ocupado. Comecei a ficar com o cara – um francês de origem e nome árabe de uns 40 anos – e o Bob ficou com a francesa, que devia ter entre 35 e 40. A única coisa que foi um pouco chata, principalmente para o Bob, é que ela não largava do marido e ficava perguntando toda hora se ele tava gostando e pedia permissão pra ele pra fazer o que fosse. Ela ficou comigo também, junto com ele, mas pra mim ficou parecendo que tava fazendo isso para agradar o marido. Eu comecei a chupar o pau do marido dela e, rapidinho, ele pediu pra parar e gozou, tipo em menos de um minuto. Pediu mil desculpas e ficou fazendo carinho em mim enquanto a mulher dele chupava o pau do Bob. O Bob perguntou para a francesa se podia meter, e ela achou que era melhor não, olhando sempre para o marido, que disse que ela até podia. Mas, pelo jeito, eles tinham combinado antes que não rolaria penetração.

O cara pediu para eu chupar o pau dele de novo (sucer, em francês; pra mim sexo em francês fica ainda mais tesudo…rsrsrs) O Bob – tadinho, a outra não deixava ele meter – resolver meter em mim enquanto eu chupava o cara, porque sabia que eu ia gostar. Então ele veio por trás de mim, eu fiquei de quatro, e meteu na minha buceta, tipo com força e bem ritmado, enquanto eu chupava o pau do cara. Senti que nessa hora, como dizem meus amigos gays, eu “abalei Paris em chamas”. Não conseguia ver, mas o Bob me contou que até os russos vieram ver e que tinha um monte de gente olhando. Não vi nada, so ouvi uns : “Uhhh” e percebi que mais gente começava a trepar perto da gente. Essa era uma das minhas fantasias, mais até que a dupla penetração – que ainda não aconteceu, mas um dia eu tento. E, por acaso, nesse dia eu tava de meia sete oitavos preta, com renda e na hora fiquei pelada, so com a meia. Ficou com cara de exibicionismo, eu sei, mas a verdade é que rolou natural.

Via Chimère Erotique

Percebi que tenho sim esse lado exibicionista, me da tesão ver que as outras pessoas estão vendo e gosto ainda mais de sentir que elas estão ficando com tesão e que começaram a trepar depois de ver a gente. Quando a gente ainda estava com esse casal, um outro casalsinho – esse de vinte e poucos anos – perguntou para a francesa se podia participar e ela disse que não. Eu olhei para o Bob naquela hora e acho que pensamos a mesma coisa: Por que não? Os dois eram uma graça, a francesinha morena de olhos claros e o menino, bem bonitinho. No fim, quando terminou tudo com o casal mais velho, eles se despediram e foram se trocar no banheiro. A gente começou a se trocar também, mas nem deu tempo de terminar, e por ter acontecido tudo tão rápido e com tanta gente o Bob comenta até hoje que meu taxímetro rolou naquela noite… O carinha mais novo veio falar comigo: Minha namorada nunca ficou com mulher, mas ela tem curiosidade. Você ficaria com ela?

Claro! Eu fui la, beijei a menina, chupei a menina, tentei caprichar, apesar do cansaço. Ela parecia estar gostando, embora fosse um tantinho performática. Depois o carinha perguntou pro Bob se podia meter em mim, enquanto eu chupava a namorada dele. O Bob deixou, mas eu percebi que o cara não tava com o pau exatamente duro, e não rolou. Depois disso, ele começou a me beijar e o Bob começou a beijar a menina. Ficamos perto, um casal do outro, mas foi um pra cada lado. O menino era um fofo, super delicado, carinhoso, mas um tanto afoito, talvez pela idade. Era a primeira vez que os dois faziam troca de casal e eles namoravam há pouco mais de um ano. Eu sei que ele queria meter de qualquer jeito, mas o pau dele não ficava duro o suficiente. Eu dizia que tudo bem, que não precisava. E ele dizia que não sabia por que aquilo estava acontecendo, que ele queria muito e tal. Uma hora ele ficou com o pau um pouco mais duro (mas não totalmente) e conseguiu meter um pouco; mas logo parou, porque ele tava brochando. Tentei acalmar o menino, mas vi que ele ficava nervoso, ainda mais porque a namorada dele tinha subido em cima do Bob e parecia que os dois estavam se dando super bem. Uma hora ele desistiu. E a gente começou a olhar para o Bob e a menina…

Via Amante das Imagens

E, um tempo depois, os dois também terminaram. Quando fui falar com o Bob uma surpresa: o pau dele também não subia de jeito nenhum, a menina chupava, fazia caras e bocas, batia punheta e …nada. Até achei estranho: Mas como, Bob? Ela tava gritando, se contorcendo, achei que vcs dois tavam metendo sem parar, que tava uma coisa de louco. Nada disso! Inclusive, uma hora ele perguntou pra ela se ela tinha gostado de ficar com mulher e ela respondeu que não! Filhadaputa, era pura performance mesmo! A gente saiu de la exausto, suando e dando muita risada. Porque a gente ficou com esse ultimo casal um tempão. So que não rolou muita coisa, dava pra ter terminado antes, so que cada um ficou achando que o outro estava se dando suuuper bem, então cada um ficou esperando o outro dizer chega. A gente foi embora rindo disso tudo. E ficou pensando que realmente pode ser legal trepar com gente desconhecida, pelo tesão da situação, mas tem muito mais chance de dar algo errado assim.

Pra coroar a noite, antes de ir embora, um casal mais velho, que eu não tinha visto, mas que estava na nossa frente, vendo todo o showzinho, do inicio ao fim, disse: “Merci!” Eh, acho que eu gosto de ser exibicionista.

A gente ficou se agarrando de novo numa das poltronas e aquele mesmo casalsinho do começo ficou secando a gente, muito, muito, muito. Falei pro Bob que por mim rolava com os dois e o Bob fez um sinal pra eles, que vieram rapidinho. Fomos os quatro para um lugar maior, com algumas pessoas em volta, porque o quarto la em baixo já estava ocupado. Comecei a ficar com o cara – um francês de origem e nome árabe de uns 40 anos – e o Bob ficou com a francesa, que devia ter entre 35 e 40. A única coisa que foi um pouco chata, principalmente para o Bob, é que ela não largava do marido e ficava perguntando toda hora se ele tava gostando e pedia permissão pra ele pra fazer o que fosse. Ela ficou comigo também, junto com ele, mas pra mim ficou parecendo que tava fazendo isso para agradar o marido. Eu comecei a chupar o pau do marido dela e, rapidinho, ele pediu pra parar e gozou, tipo em menos de um minuto. Pediu mil desculpas e ficou fazendo carinho em mim enquanto a mulher dele chupava o pau do Bob. O Bob perguntou para a francesa se podia meter, e ela achou que era melhor não, olhando sempre para o marido, que disse que ela até podia. Mas, pelo jeito, eles tinham combinado antes que não rolaria penetração.

O cara pediu para eu chupar o pau dele de novo (sucer, em francês; pra mim sexo em francês fica ainda mais tesudo…rsrsrs) O Bob – tadinho, a outra não deixava ele meter – resolver meter em mim enquanto eu chupava o cara, porque sabia que eu ia gostar. Então ele veio por trás de mim, eu fiquei de quatro, e meteu na minha buceta, tipo com força e bem ritmado, enquanto eu chupava o pau do cara. Senti que nessa hora, como dizem meus amigos gays, eu “abalei Paris em chamas”. Não conseguia ver, mas o Bob me contou que até os russos vieram ver e que tinha um monte de gente olhando. Não vi nada, so ouvi uns : “Uhhh” e percebi que mais gente começava a trepar perto da gente. Essa era uma das minhas fantasias, mais até que a dupla penetração – que ainda não aconteceu, mas um dia eu tento. E, por acaso, nesse dia eu tava de meia sete oitavos preta, com renda e na hora fiquei pelada, so com a meia. Ficou com cara de exibicionismo, eu sei, mas a verdade é que rolou natural.

Percebi que tenho sim esse lado exibicionista, me da tesão ver que as outras pessoas estão vendo e gosto ainda mais de sentir que elas estão ficando com tesão e que começaram a trepar depois de ver a gente. Quando a gente ainda estava com esse casal, um outro casalsinho – esse de vinte e poucos anos – perguntou para a francesa se podia participar e ela disse que não. Eu olhei para o Bob naquela hora e acho que pensamos a mesma coisa: Por que não? Os dois eram uma graça, a francesinha morena de olhos claros e o menino, bem bonitinho. No fim, quando terminou tudo com o casal mais velho, eles se despediram e foram se trocar no banheiro. A gente começou a se trocar também, mas nem deu tempo de terminar, e por ter acontecido tudo tão rápido e com tanta gente o Bob comenta até hoje que meu taxímetro rolou naquela noite… O carinha mais novo veio falar comigo: Minha namorada nunca ficou com mulher, mas ela tem curiosidade. Você ficaria com ela?

Claro! Eu fui la, beijei a menina, chupei a menina, tentei caprichar, apesar do cansaço. Ela parecia estar gostando, embora fosse um tantinho performática. Depois o carinha perguntou pro Bob se podia meter em mim, enquanto eu chupava a namorada dele. O Bob deixou, mas eu percebi que o cara não tava com o pau exatamente duro, e não rolou. Depois disso, ele começou a me beijar e o Bob começou a beijar a menina. Ficamos perto, um casal do outro, mas foi um pra cada lado. O menino era um fofo, super delicado, carinhoso, mas um tanto afoito, talvez pela idade. Era a primeira vez que os dois faziam troca de casal e eles namoravam há pouco mais de um ano. Eu sei que ele queria meter de qualquer jeito, mas o pau dele não ficava duro o suficiente. Eu dizia que tudo bem, que não precisava. E ele dizia que não sabia por que aquilo estava acontecendo, que ele queria muito e tal. Uma hora ele ficou com o pau um pouco mais duro (mas não totalmente) e conseguiu meter um pouco; mas logo parou, porque ele tava brochando. Tentei acalmar o menino, mas vi que ele ficava nervoso, ainda mais porque a namorada dele tinha subido em cima do Bob e parecia que os dois estavam se dando super bem. Uma hora ele desistiu. E a gente começou a olhar para o Bob e a menina…

E, um tempo depois, os dois também terminaram. Quando fui falar com o Bob uma surpresa: o pau dele também não subia de jeito nenhum, a menina chupava, fazia caras e bocas, batia punheta e …nada. Até achei estranho: Mas como, Bob? Ela tava gritando, se contorcendo, achei que vcs dois tavam metendo sem parar, que tava uma coisa de louco. Nada disso! Inclusive, uma hora ele perguntou pra ela se ela tinha gostado de ficar com mulher e ela respondeu que não! Filhadaputa, era pura performance mesmo! A gente saiu de la exausto, suando e dando muita risada. Porque a gente ficou com esse ultimo casal um tempão. So que não rolou muita coisa, dava pra ter terminado antes, so que cada um ficou achando que o outro estava se dando suuuper bem, então cada um ficou esperando o outro dizer chega. A gente foi embora rindo disso tudo. E ficou pensando que realmente pode ser legal trepar com gente desconhecida, pelo tesão da situação, mas tem muito mais chance de dar algo errado assim.

Pra coroar a noite, antes de ir embora, um casal mais velho, que eu não tinha visto, mas que estava na nossa frente, vendo todo o showzinho, do inicio ao fim, disse: “Merci!” Eh, acho que eu gosto de ser exibicionista.

Via Chimère Erotique

E finalmente o Bob conseguiu “me sentar” aqui na cadeira, em frente ao meu computador pra escrever esse post. Eu fico com preguiça de escrever sobre coisas que já aconteceram faz algum tempo. Gosto de escrever no dia seguinte ou até no mesmo dia, mas nunca é possível, por uma questão de tempo.

Mas vamos la, ao assunto principal. A nossa terceira visita a um club libertin, como eles chamam a casa de swing na França. Como o Bob disse, voltamos a uma casa que tínhamos curtido. Era o penúltimo fim de semana antes de voltar ao Brasil, uma despedida, portanto.

Chegamos e fomos atendidos pela barwoman gata de vestido longo, toda produzida, e pelo dono do lugar, um francês safado típico, quase caricatural. Era noite das pulseirinhas fluorescentes para identificar o gosto de cada um – verde pra novices (novatos), azul para échangistes (quem quer fazer trocas de casal), amarelo para mélangistes (quem gosta de misturar, tipo os quatro juntos) e rosa para mulheres bi. (Só um parênteses para critica: muito machista isso, né? Não tem pulseirinha para homem bi. E não é só nessa casa, acho que é regra na putaria mundial, tem mulher que quer dar pra vários caras, homem que quer pegar varias meninas e quer ver elas se pegarem. Agora, mulher pegar caras que também se pegam entre eles, bem mais raro).

Via Amante das Imagens

Quando a gente chegou, o dono do clube foi logo fazendo brincadeirinha comigo, já veio chegando junto e eu deixei claro para o Bob que topava se rolasse algo com ele. E ainda sugeri que ele podia ficar com a barwoman, que a principio achei que era mulher do dono, porque os dois estavam usando pulseirinha de échangistes. Mas logo descobrimos que os dois não paravam de trabalhar e que não tinham tempo pra nada.

Essa casa tem uns ambientes com poltronas separadas onde cabem um ou dois casais, mas da pra ver os casais que estão dos lados e na frente. A gente percebeu desde o inicio um casal que não parava de olhar para a gente e que deu um jeito de ficar do nosso lado. Nos estávamos numa das poltronas numa boa, bebendo… e vemos, de repente, um pé bonito, tatuado, chegando perto. Era da menina do casal, querendo chamar – discretamente  - a nossa atenção. Fiquei olhando para os dois. Ela tirava a blusa, beijava o cara, chupava o cara, e a gente só olhando. Rapidinho, a gente ficou com tesão também e acabamos transando ali mesmo, do lado deles (mas não na mesma poltrona) – e eles ficaram só olhando.

Via Mr.L's tumblr

O tempo passou, descemos para a área da discoteca e dos quartos fechados, no andar de baixo, pra ver o que tava rolando, bebemos mais um pouco e conversamos com o dono do bar e a barwoman. Voltamos para uma poltrona afastada do bar, quando percebo um certo alvoroço perto da entrada e do bar. Era um casal novo. Novo de idade e de club libertino. Os dois eram russos. O cara era bem bonitinho e a menina, linda. Os dois – principalmente a menina – pareciam super envergonhados, encanados, e explicavam para o dono do lugar que só queriam olhar, que estavam em busca de novas experiências, mas que estavam inseguros etc. O dono do clube insistia que a russinha tirasse o casaco e ficasse à vontade. Acho que ela se assustou, porque entendeu que ele pedia para ela tirar a roupa toda, mas era só o casaco…

Enfim, depois de alguns desentendimentos causados pela falta de tato do dono do clube, eles resolveram ficar. Ele foi logo apresentando os russos para um casal de freqüentadores e o cara do casal convidou os dois, assim de cara, para descerem la no quarto fechado com ele e a mulher dele. Ele disse que estava descendo e que, se eles quisessem, eles estariam la no quarto esperando. Eu e o Bob fomos até o bar e conseguimos bater um papo com a russinha, que, como eu, colocou todas as pulseiras, inclusive a rosa, de mulher bi, o que me deixou animada. A menina, além de linda, era super inteligente, tava estudando na Inglaterra e o namorado dela estudava em Paris. O que eu achei interessante – e o que deixou os homens do lugar tarados – é que ela usava um vestidinho todo florido, todo fofo e inocente, completamente diferente do visual da mulherada do club libertin, eu incluída. A gente até conversou bastante com a menina, e ela se mostrou interessada, mas o namorado dela – malditoooooooooo – tava impaciente e morrendo de vontade de descer pra ficar com o outro casal.

No fim, o cara puxou a “nossa russinha” – sniffff – que disse que ia conhecer o ambiente e depois voltava. Mas o tempo foi passando e eles não voltaram, claro. Na verdade, eu até achei meio estranho; o Bob achou que eles já tavam la com o outro casal e eu achei que era meio cedo demais pra quem tava envergonhado e com vontade de olhar e conhecer a casa antes. Uma hora a gente resolveu descer pra ver o que tava acontecendo e não deu outra, tava a russinha e a outra mulher na cama e os caras olhando para as duas. Confesso que fiquei com raiva do carinha, falava pro Bob que era pra ela ser nossa, que a gente devia ter chegado primeiro. Meio de brincadeira, meio sério. Mas resolvi desencanar e subir la para as poltronas, até porque gosto mais do ambiente.

Continua…

Pause café

pause-cafe

via http://senserotica.canalblog.com/

Uma pausa para o café enquanto esperamos pelo post da daminha. Consegui sentar ela na cadeira, mesmo sobre protesto de que ela é uma moça direita e não fica sentando tão facilmente por ai, e começou a escrever a o post.

Alguém mais está servido?

Putains!

Via http://eroticidades.tumblr.com/

Via http://eroticidades.tumblr.com/

Post curto para por pressão na daminha, pois ela irá descrever melhor a noite, este post será somente um aperitivo rsrsrs

Voltamos à casa de swing, quase ficamos com uma russinha super linda, que estava interessada, mas que o namorado puxou para ir com outro casal que chegou primeiro. Ficamos com dois casais franceses, um logo depois do outro, a cama nem esfriou! A daminha realisou a fantasia de ficar com dois homens ao mesmo tempo!!! E tive a minha primeira brochada depois de ter trepado por 3 vezes, coitada da segunda francesinha :(

Tinha esquecido de comentar que a casinha tem twitter, que é levemente atualizado mais frequentemente que o blog, deixei-o restrito, pelos mesmos motivos que deixei os comentários sob aprovação, mas é só dar o follow lá que eu te adiciono.

Libertines II

Via Chimère Erotique

Via Chimère Erotique

Nos vestimos, ficamos vendo o outro casal terminar e fomos beber um refrigerante e ver como estava o resto da casa. Tinham alguns casais trepando aqui e ali, todos mais velhos, um grupo um pouco maior no quarto de baixo,  mas o quarto é levemente reservado e nem ficamos olhando muito quem estava nele. Voltamos e vimos que dois dos casais que achamos bonitos estavam  perto do canto onde tínhamos feito o nosso showzinho, o muito novinho e o com a loirinha mais gatinha. Logo sentamos num sofá perto deles e comecei a provocar de novo a daminha, rapidamente já estava a masturbando e chupando a bucetinha dela. E de novo pareceu que inspiramos os casais, pois as duas meninas começaram a chupar os seus namorados.

A daminha subiu de novo em mim, apontando a bunda para os outros casais e vi que as outras meninas também sentaram em seus namorados, inclusive a loirinha gatinha. Mas muito estranhamente elas de novo não tiraram as roupas. A loirinha não tirou nem a calcinha! Só a puxou de lado.  Gozei bem rápido, a primeira da noite, um pouco depois da loirinha que, como vocês devem ter notado, eu estava paquerando, montar no seu francês. Deixei a daminha homenageando o casal e isso acendeu ainda mais eles. O francês que até então era meio sem sal para a daminha, tirou a roupa, mostrando que era tatuado, deitou a namorada, tirou a calcinha dela, dobrou a menina para entrar com vontade, mostrando assim toda a elasticidade de uma quase ginasta. Ele alternava estocadas fortes, paradas para respirar e chupadas na buceta dela e foi assim até gozar. Os dois pareciam ter esquecido que tinha uma pequena platéia, incluindo uma daminha assanhada rsrsrs, pois só olhavam um para o outro. Quando terminaram se vestiram e foram em direção ao bar, passaram por nós e o rapaz desejou boa noite. O outro casal mais novinho também se recompôs e foi para o bar fechar a conta. Fizemos o mesmo.

Via Chimère

Via Chimère

No bar, esperamos os outros casais fecharem  a conta, pegar casacos, e sair. O namorado da loirinha fez questão de nos desejar boa noite de novo e ficamos com a impressão que se dependesse dele rolava mais coizitas naquela noite. Pegamos um táxi, trepamos mais uma assim que chegamos no nosso apartamento, pensando nos outros casais. E fomos dormir, ou melhor, tentar. Acordei rapidamente com o meu pau latejando de duro de modo que até doía um pouco. Encostei na daminha, mas vi que ela estava dormindo, com calça e a calcinha. Não dava para ir entrando tão fácil rsrsrs. Virei para o lado e acalmei o rapaz sozinho, lembrando de novo as cenas da noite. Até hoje essa noite ainda visita a nossa imaginação e devemos voltar daqui a poucas semanas ao clube.

Como no post anterior, essa noite serviu mais uma vez para vários aprendizados. Uma das coisas que sempre ficava em duvida era se eu ia lidar bem vendo a daminha ficar com outro cara. Como não tenho essa fantasia em especial, fico mais atiçando ela com essa idéia, pois sei que ela morre de vontade de trepar com outros homens, e o tesão dela me dá tesão. Sempre achei que lidaria bem vendo ela com outro, mas sem experimentar, não dava para ter certeza. Tudo bem que ainda não foi dessa vez, mas quando o outro chegou nela, não perdi o tesão e nem comecei a ficar com ciúmes, senti inclusive que poderia deixar os dois transando numa boa sozinhos.

Via Chimère Erotique

Via Chimère Erotique

Também entendi melhor o porquê do fato de ter sido visto só por homens me cortou tanto o tesão da outra vez e dessa vez com uma platéia  só de casais as coisas rolaram melhor. Na outra vez, fiquei com a impressão que muito dos rapazes que quase formaram uma torcida uniformizada para nos assistir eram machistas. No sentido de que eu não teria certeza se eles respeitavam as escolhas minhas e da daminha, que muitos podiam a considerar uma vadia. E isso me cortou absurdamente o tesão. Quando estamos só em casais, todos fizeram escolhas parecidas e teoricamente tem visões similares sobre a liberdade do desejo. Sei que são generalização, mas é algo que está em mim. Assim, descobri que gosto sim de ser exibicionista, tanto que eu que aticei mais a daminha dessa vez, mas só quando sinto que nenhum dos dois está sendo julgado.

Ah, ia esquecendo, nossas impressões de que as francesas mais novinhas são pudicas ficaram mais fortes depois desta noite.

E para finalizar, uma musiquinha que, mesmo sendo fofinha, cai como uma luva nestas festinhas.

Eu quero tudo

Você e os outros também

Nos quatro cantos da minha vida

Os corações não tem preço

Quero tudo, aqui e agora


Quero a tua imagem clara e difusa

Sobre os meus sentimentos ilimitados

Eu trabalho pelo amor sem hora marcada

Quero voar sem me deixar capiturar


O vazio, vou preenchê-lo

De boas ou mas lembranças

O vazio, vou preenchê-lo

Antes que a minha alma seque e que eu desapareça


Eu quero tudo

O silencio e as promessas

O rígido e o suave

Eu quero tudo

A anarquia e a ordem

O seu sorriso e depois sua bunda


Eu quero tudo

Você e todos os seus amigos

Para passar os meus dias e as minhas noites

Os corações não tem preço

Quero tudo, aqui e agora

Libertines I

Via l-teatino.tumblr.com

Via l-teatino.tumblr.com

Como deixei subentendido neste post, era bem capaz que a gente tentasse de novo ir numa casa de swing (club libertin) aqui em Paris, fomos e dessa vez tudo foi quase perfeito. Escolhemos uma casa maior e uma noite que teoricamente seria mais movimentada, uma sexta feira. As sextas nesta casa são reservadas aos casais, e achei que o controle funcionou. Nossa primeira impressão já foi muito boa, com uma garçonete linda nos recepcionando. Ela pegou nossos casacos e conversou brevemente com a gente, mas foi o suficiente para ficarmos querendo brincar com ela numa noite que ela estivesse livre, ainda mais depois dela ter sido toda fofinha comigo quando fui pegar uma bebida.

Tive que segurar a coleirinha da minha cadelinha, pois mal entramos e ela já queria seguir todo mundo e nos apressar para investirmos em algum casal. A filadamãe ainda sai sem o óculos, pois ela acha que fica feia com eles, e não consegue enxergar os outros casais para ver se eles são bonitos ou feios, e mesmo assim fica querendo dar em cima de todo mundo. Coube a mim puxar a rédea e avaliar se o outro casal vale a pena.

via pd.tumblr.com

Via pd.tumblr.com

Depois de conseguir acalmar a menina, fomos conhecer as dependências da casa. Essa era realmente maior e com uma organização dos cômodos melhor que a anterior. Tinha um quarto separado, uma região com vários sofás (que na verdade são as camas), uma TV passando filmes eróticos e um jogo de tabuleiro para casal bem picante. Por sinal, caso alguns casais amigos gostem da idéia a gente podia comprar o jogo e experimentar ai no Brasil numa festinha particular.

Logo ficamos interessados em alguns casais, um de morenos, que provavelmente seriam os únicos com quem poderia rolar algo, porque eles pareciam mais experientes, mas eles sumiram quando as coisas esquentaram. E 3 casais com cara de novatos, todos com loirinhas bonitinhas, duas delas bem gatinhas. Ficamos conversando só entre nós dois até que  uma hora vagou um dos sofás mais no fundo, e  fomos para lá. Naquela hora estavam em sofás próximos um casal bem novinho (ficamos em duvidas até se o menino era maior de idade) e o casal com uma das loirinhas gatinha. Fui atiçando a daminha, fazendo-a me chupar na frente deles, bulinando ela, e logo logo estávamos sem nenhuma roupa e com ela me cavalgando (da mesma forma que alguns de vocês viram naquele vídeo).

Via Chimère Erotique

Via Chimère Erotique

O casal novinho se animou e começaram a trepar também, porem só tirando o mínimo da roupa para fazer o encaixe. Já do outro casal, só o rapaz se animou. A menina parecia constrangida, com vergonha, segundo a daminha que olhou bem para ela. Eles estavam bem ao nosso lado, e ele começou a interagir com a gente. Chamamos eles, mas a menina, que fazia questão de não nos olhar, disse ao namorado que estava cansada. A daminha, na sua ingenuidade, ficou se perguntando quantas vezes ela já havia dado na noite, mas logo ela se tocou da desculpa. Mesmo assim a moça falou que o namorado poderia se divertir sozinho e foi embora. O rapaz ensaiou de ficar, pegou no peito da daminha, a beijou rapidamente e quando ela passou a mão no pau dele por cima da calça, a consciência dele pesou. Ele se tocou que deixou a namorada ir embora sozinha e saiu correndo atras dela. A daminha ficou com um sabor amargo pois quase que ela teve duas experiências que tanto desejava, a de ficar com outro homem e de ficar com dois ao mesmo tempo. Mas tudo bem, continuamos a nos divertir sozinhos até ela gozar.

Continua.

Pilula anticoncepcional  + antibiotico é mistura que não da certo, sabia? Pois é. Ha alguns dias tive que tomar antibiotico pra curar uma gripe fortissima que me pegou em viagem à Inglaterra. Comecei a tomar remédio e a médica londrina – uma lindinha por sinal, loirinha, mignon e bronzeada (por mais estranha que essa descrição possa ser para uma londrina, é verdade) – me receitou um antibiotico basico – penincilina. E alertou que eu deveria usar camisinha por pelo menos uns 15 dias porque o efeito da pilula ficaria mais fraco. Fiquei pensando se todos os médicos dão esse alerta.

Mas bem, vamos ao assunto. Nesse tempo em que tinhamos que reforçar a segurança precisei comprar camisinha quando voltamos para Paris. O Bob não podia comprar porque ta trabalhando demais e não da tempo de passar na farmacia. Então fui eu la, com a missão de comprar camisinha numa farmacia em Paris. Não sei se vocês conhecem ou ja ouviram falar, mas as farmacias parisienses são o paraiso para as mulheres – cosméticos separados pelas melhores marcas, cremes para rugas, para celulite, milhares de produtos, formulas e remédios para emagrecer, todos empilhados nas estantes. Tudo o que a gente consegue comprar sem receita.

Primeira farmacia, procuro, procuro, procuro, e cadê a bendita camisinha? Não acho e me recuso a perguntar para o atendente. Ah, sei  la, vai que ele não entende meu francês e eu ainda preciso explicar que eu quero camisinhas grandes, mas não precisa ser muito comprida, so grossa mesmo. .. Ja faz tempo que eu perdi a vergonha de comprar camisinha nas farmacias do Brasil, mas explicar tudo isso em francês poderia ser uma situação bem embaraçosa.

Então, tento uma segunda: muito parecida com a primeira e com todas as farmacias daqui. Montes e montes de cosméticos para mulheres. Mas dessa vez, eis que acho, num cantinho dedicado a produtos para homens, varios tipos de camisinhas da Durex, a marca mais conhecida aqui. Camisinha mais fina, com lubrificante, com textura, com cheiro, cores diferentes, pra prolongar a ereção, com anel vibrador, todos os tipos possiveis, menos o que eu precisava, a extra-large.

Terceira farmacia. Encontro outras marcas de camisinha, uma variedade ainda mais impressionante e encontro o que achei ser a extra-large. Pego logo duas caixas e entro na fila para pagar. Sorte minha, a fila resolveu demorar muitissimo. Nesse tempo, aproveitei para ler atras da embalagem:  mais confortavel e adequada para tamanhos menores e…Hã? Olhei de novo o nome da dita cuja: XS. Extra-small! Nossa, quase que levo extra-small para o Bob, tadinho. O bobzito ja sofre um pouco com o aperto da normal, imagine. O pior ia ser a minha cara voltando para a farmacia para trocar o produto. Quarta farmacia. La estava, escondidinha, a XL, de uma marca menos conhecida. Olhei bem, é XL mesmo, agora sim. Ufa!

Uau!

Post super, hyper curto para indicar este ótimo post de um amigo, o L. do Reflexões Teatinas.  Fiquei de queixo caido com a beleza, franqueza, a facilidade, o despudor com que ele tratou as suas vivências recentes.

Postagens Antigas »