
Via Amante das Imagens
A gente ficou se agarrando de novo numa das poltronas e aquele mesmo casalsinho do começo ficou secando a gente, muito, muito, muito. Falei pro Bob que por mim rolava com os dois e o Bob fez um sinal pra eles, que vieram rapidinho. Fomos os quatro para um lugar maior, com algumas pessoas em volta, porque o quarto la em baixo já estava ocupado. Comecei a ficar com o cara – um francês de origem e nome árabe de uns 40 anos – e o Bob ficou com a francesa, que devia ter entre 35 e 40. A única coisa que foi um pouco chata, principalmente para o Bob, é que ela não largava do marido e ficava perguntando toda hora se ele tava gostando e pedia permissão pra ele pra fazer o que fosse. Ela ficou comigo também, junto com ele, mas pra mim ficou parecendo que tava fazendo isso para agradar o marido. Eu comecei a chupar o pau do marido dela e, rapidinho, ele pediu pra parar e gozou, tipo em menos de um minuto. Pediu mil desculpas e ficou fazendo carinho em mim enquanto a mulher dele chupava o pau do Bob. O Bob perguntou para a francesa se podia meter, e ela achou que era melhor não, olhando sempre para o marido, que disse que ela até podia. Mas, pelo jeito, eles tinham combinado antes que não rolaria penetração.
O cara pediu para eu chupar o pau dele de novo (sucer, em francês; pra mim sexo em francês fica ainda mais tesudo…rsrsrs) O Bob – tadinho, a outra não deixava ele meter – resolver meter em mim enquanto eu chupava o cara, porque sabia que eu ia gostar. Então ele veio por trás de mim, eu fiquei de quatro, e meteu na minha buceta, tipo com força e bem ritmado, enquanto eu chupava o pau do cara. Senti que nessa hora, como dizem meus amigos gays, eu “abalei Paris em chamas”. Não conseguia ver, mas o Bob me contou que até os russos vieram ver e que tinha um monte de gente olhando. Não vi nada, so ouvi uns : “Uhhh” e percebi que mais gente começava a trepar perto da gente. Essa era uma das minhas fantasias, mais até que a dupla penetração – que ainda não aconteceu, mas um dia eu tento. E, por acaso, nesse dia eu tava de meia sete oitavos preta, com renda e na hora fiquei pelada, so com a meia. Ficou com cara de exibicionismo, eu sei, mas a verdade é que rolou natural.

Via Chimère Erotique
Percebi que tenho sim esse lado exibicionista, me da tesão ver que as outras pessoas estão vendo e gosto ainda mais de sentir que elas estão ficando com tesão e que começaram a trepar depois de ver a gente. Quando a gente ainda estava com esse casal, um outro casalsinho – esse de vinte e poucos anos – perguntou para a francesa se podia participar e ela disse que não. Eu olhei para o Bob naquela hora e acho que pensamos a mesma coisa: Por que não? Os dois eram uma graça, a francesinha morena de olhos claros e o menino, bem bonitinho. No fim, quando terminou tudo com o casal mais velho, eles se despediram e foram se trocar no banheiro. A gente começou a se trocar também, mas nem deu tempo de terminar, e por ter acontecido tudo tão rápido e com tanta gente o Bob comenta até hoje que meu taxímetro rolou naquela noite… O carinha mais novo veio falar comigo: Minha namorada nunca ficou com mulher, mas ela tem curiosidade. Você ficaria com ela?
Claro! Eu fui la, beijei a menina, chupei a menina, tentei caprichar, apesar do cansaço. Ela parecia estar gostando, embora fosse um tantinho performática. Depois o carinha perguntou pro Bob se podia meter em mim, enquanto eu chupava a namorada dele. O Bob deixou, mas eu percebi que o cara não tava com o pau exatamente duro, e não rolou. Depois disso, ele começou a me beijar e o Bob começou a beijar a menina. Ficamos perto, um casal do outro, mas foi um pra cada lado. O menino era um fofo, super delicado, carinhoso, mas um tanto afoito, talvez pela idade. Era a primeira vez que os dois faziam troca de casal e eles namoravam há pouco mais de um ano. Eu sei que ele queria meter de qualquer jeito, mas o pau dele não ficava duro o suficiente. Eu dizia que tudo bem, que não precisava. E ele dizia que não sabia por que aquilo estava acontecendo, que ele queria muito e tal. Uma hora ele ficou com o pau um pouco mais duro (mas não totalmente) e conseguiu meter um pouco; mas logo parou, porque ele tava brochando. Tentei acalmar o menino, mas vi que ele ficava nervoso, ainda mais porque a namorada dele tinha subido em cima do Bob e parecia que os dois estavam se dando super bem. Uma hora ele desistiu. E a gente começou a olhar para o Bob e a menina…

Via Amante das Imagens
E, um tempo depois, os dois também terminaram. Quando fui falar com o Bob uma surpresa: o pau dele também não subia de jeito nenhum, a menina chupava, fazia caras e bocas, batia punheta e …nada. Até achei estranho: Mas como, Bob? Ela tava gritando, se contorcendo, achei que vcs dois tavam metendo sem parar, que tava uma coisa de louco. Nada disso! Inclusive, uma hora ele perguntou pra ela se ela tinha gostado de ficar com mulher e ela respondeu que não! Filhadaputa, era pura performance mesmo! A gente saiu de la exausto, suando e dando muita risada. Porque a gente ficou com esse ultimo casal um tempão. So que não rolou muita coisa, dava pra ter terminado antes, so que cada um ficou achando que o outro estava se dando suuuper bem, então cada um ficou esperando o outro dizer chega. A gente foi embora rindo disso tudo. E ficou pensando que realmente pode ser legal trepar com gente desconhecida, pelo tesão da situação, mas tem muito mais chance de dar algo errado assim.
Pra coroar a noite, antes de ir embora, um casal mais velho, que eu não tinha visto, mas que estava na nossa frente, vendo todo o showzinho, do inicio ao fim, disse: “Merci!” Eh, acho que eu gosto de ser exibicionista.
A gente ficou se agarrando de novo numa das poltronas e aquele mesmo casalsinho do começo ficou secando a gente, muito, muito, muito. Falei pro Bob que por mim rolava com os dois e o Bob fez um sinal pra eles, que vieram rapidinho. Fomos os quatro para um lugar maior, com algumas pessoas em volta, porque o quarto la em baixo já estava ocupado. Comecei a ficar com o cara – um francês de origem e nome árabe de uns 40 anos – e o Bob ficou com a francesa, que devia ter entre 35 e 40. A única coisa que foi um pouco chata, principalmente para o Bob, é que ela não largava do marido e ficava perguntando toda hora se ele tava gostando e pedia permissão pra ele pra fazer o que fosse. Ela ficou comigo também, junto com ele, mas pra mim ficou parecendo que tava fazendo isso para agradar o marido. Eu comecei a chupar o pau do marido dela e, rapidinho, ele pediu pra parar e gozou, tipo em menos de um minuto. Pediu mil desculpas e ficou fazendo carinho em mim enquanto a mulher dele chupava o pau do Bob. O Bob perguntou para a francesa se podia meter, e ela achou que era melhor não, olhando sempre para o marido, que disse que ela até podia. Mas, pelo jeito, eles tinham combinado antes que não rolaria penetração.
O cara pediu para eu chupar o pau dele de novo (sucer, em francês; pra mim sexo em francês fica ainda mais tesudo…rsrsrs) O Bob – tadinho, a outra não deixava ele meter – resolver meter em mim enquanto eu chupava o cara, porque sabia que eu ia gostar. Então ele veio por trás de mim, eu fiquei de quatro, e meteu na minha buceta, tipo com força e bem ritmado, enquanto eu chupava o pau do cara. Senti que nessa hora, como dizem meus amigos gays, eu “abalei Paris em chamas”. Não conseguia ver, mas o Bob me contou que até os russos vieram ver e que tinha um monte de gente olhando. Não vi nada, so ouvi uns : “Uhhh” e percebi que mais gente começava a trepar perto da gente. Essa era uma das minhas fantasias, mais até que a dupla penetração – que ainda não aconteceu, mas um dia eu tento. E, por acaso, nesse dia eu tava de meia sete oitavos preta, com renda e na hora fiquei pelada, so com a meia. Ficou com cara de exibicionismo, eu sei, mas a verdade é que rolou natural.
Percebi que tenho sim esse lado exibicionista, me da tesão ver que as outras pessoas estão vendo e gosto ainda mais de sentir que elas estão ficando com tesão e que começaram a trepar depois de ver a gente. Quando a gente ainda estava com esse casal, um outro casalsinho – esse de vinte e poucos anos – perguntou para a francesa se podia participar e ela disse que não. Eu olhei para o Bob naquela hora e acho que pensamos a mesma coisa: Por que não? Os dois eram uma graça, a francesinha morena de olhos claros e o menino, bem bonitinho. No fim, quando terminou tudo com o casal mais velho, eles se despediram e foram se trocar no banheiro. A gente começou a se trocar também, mas nem deu tempo de terminar, e por ter acontecido tudo tão rápido e com tanta gente o Bob comenta até hoje que meu taxímetro rolou naquela noite… O carinha mais novo veio falar comigo: Minha namorada nunca ficou com mulher, mas ela tem curiosidade. Você ficaria com ela?
Claro! Eu fui la, beijei a menina, chupei a menina, tentei caprichar, apesar do cansaço. Ela parecia estar gostando, embora fosse um tantinho performática. Depois o carinha perguntou pro Bob se podia meter em mim, enquanto eu chupava a namorada dele. O Bob deixou, mas eu percebi que o cara não tava com o pau exatamente duro, e não rolou. Depois disso, ele começou a me beijar e o Bob começou a beijar a menina. Ficamos perto, um casal do outro, mas foi um pra cada lado. O menino era um fofo, super delicado, carinhoso, mas um tanto afoito, talvez pela idade. Era a primeira vez que os dois faziam troca de casal e eles namoravam há pouco mais de um ano. Eu sei que ele queria meter de qualquer jeito, mas o pau dele não ficava duro o suficiente. Eu dizia que tudo bem, que não precisava. E ele dizia que não sabia por que aquilo estava acontecendo, que ele queria muito e tal. Uma hora ele ficou com o pau um pouco mais duro (mas não totalmente) e conseguiu meter um pouco; mas logo parou, porque ele tava brochando. Tentei acalmar o menino, mas vi que ele ficava nervoso, ainda mais porque a namorada dele tinha subido em cima do Bob e parecia que os dois estavam se dando super bem. Uma hora ele desistiu. E a gente começou a olhar para o Bob e a menina…
E, um tempo depois, os dois também terminaram. Quando fui falar com o Bob uma surpresa: o pau dele também não subia de jeito nenhum, a menina chupava, fazia caras e bocas, batia punheta e …nada. Até achei estranho: Mas como, Bob? Ela tava gritando, se contorcendo, achei que vcs dois tavam metendo sem parar, que tava uma coisa de louco. Nada disso! Inclusive, uma hora ele perguntou pra ela se ela tinha gostado de ficar com mulher e ela respondeu que não! Filhadaputa, era pura performance mesmo! A gente saiu de la exausto, suando e dando muita risada. Porque a gente ficou com esse ultimo casal um tempão. So que não rolou muita coisa, dava pra ter terminado antes, so que cada um ficou achando que o outro estava se dando suuuper bem, então cada um ficou esperando o outro dizer chega. A gente foi embora rindo disso tudo. E ficou pensando que realmente pode ser legal trepar com gente desconhecida, pelo tesão da situação, mas tem muito mais chance de dar algo errado assim.
Pra coroar a noite, antes de ir embora, um casal mais velho, que eu não tinha visto, mas que estava na nossa frente, vendo todo o showzinho, do inicio ao fim, disse: “Merci!” Eh, acho que eu gosto de ser exibicionista.